Sinopse
Dos corredores assombrados da abadia no passado, de um tumulto assassino no Halloween no presente a um apocalipse monstruoso no futuro; a décima sétima edição traz três histórias de terror em cada ciclo.
Dica do Editor
Com uma nota média de 3.0, 'Shake, Rattle & Roll: As Origens do Mal' (2026) dificilmente vale o seu tempo, a menos que você seja um completionista irredutível do cinema de horror antológico. O longa de 2026 estrutura-se em três ciclos temporais distintos — abrangendo uma abadia assombrada no passado, um massacre de Halloween no presente e um apocalipse monstruoso no futuro — mas tropeça em execuções fracas e roteiros superficiais.
Por que assistir?
- Curiosidade sobre a décima sétima edição de uma das franquias de terror mais longevas das Filipinas.
- A estrutura antológica que tenta transitar por três épocas diferentes: passado, presente e futuro.
- Para fãs completistas que buscam acompanhar a evolução de narrativas monstruosas e apocalípticas no cinema asiático.
Para quem é indicado
Curiosidades
- O filme marca a décima sétima edição da icônica e tradicional franquia de terror filipina 'Shake, Rattle & Roll'.
- A divisão temporal em ciclos (passado, presente e futuro) foi utilizada para modernizar a narrativa da franquia em 2026.
- A produção enfrentou expectativas elevadas devido ao histórico de sucesso dos filmes anteriores da série.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Qual é a história de Shake, Rattle & Roll: As Origens do Mal?
A décima sétima edição da franquia apresenta três histórias de terror ambientadas em épocas diferentes: uma abadia assombrada no passado, um massacre de Halloween no presente e um apocalipse monstruoso no futuro.
Vale a pena assistir Shake, Rattle & Roll: As Origens do Mal?
Geralmente não. Com uma nota média baixa de 3.0, o filme sofre com críticas mornas sobre seu roteiro e ritmo, sendo recomendado apenas para fãs dedicados da franquia antológica.