Sinopse
O primeiro menino-robô programado para amar, David, é adotado por um funcionário da Cybertronics e sua esposa. Apesar de aos poucos ele ir se tornando o filho do casal, uma série de circunstâncias inesperadas dificulta a vida de David. Sem a total aceitação dos humanos ou das máquinas, o menino-robô embarca em uma jornada para descobrir seu verdadeiro mundo.
Dica do Editor
Sim, A.I.: Inteligência Artificial (2001) vale a pena ser assistido, ostentando uma sólida nota média de 7.1. Dirigido por Steven Spielberg, o filme de ficção científica, aventura e drama acompanha David, o primeiro menino-robô programado para amar, em uma jornada emocionante e melancólica por aceitação em um futuro distópico, misturando a sensibilidade de Stanley Kubrick com a grandiosidade visual de Hollywood.
Por que assistir?
- A união única entre a visão fria e filosófica de Stanley Kubrick e a direção emocional de Steven Spielberg.
- A atuação impressionante do ator mirim Haley Joel Osment ao dar vida ao complexo androide David.
- Uma reflexão profunda e atemporal sobre a ética da inteligência artificial e a natureza do amor humano.
Para quem é indicado
Curiosidades
- O projeto foi originalmente desenvolvido por Stanley Kubrick por mais de 20 anos antes de passar o bastão para Steven Spielberg após sua morte.
- Para manter a atuação natural e robótica, Haley Joel Osment foi instruído a tentar não pisar com muita frequência nas cenas.
- A Cybertronics, empresa fictícia do filme, é uma clara referência tecnológica e narrativa dentro do universo dos robôs cinematográficos.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Qual é a história de A.I.: Inteligência Artificial?
A trama acompanha David, o primeiro menino-robô programado para amar, que é adotado por um casal. Após circunstâncias inesperadas tornarem sua vida difícil entre humanos e máquinas, ele embarca em uma jornada para descobrir seu verdadeiro lugar no mundo.
Vale a pena assistir A.I.: Inteligência Artificial?
Sim, com uma nota média de 7.1, o filme é considerado uma obra instigante e visualmente deslumbrante que aborda dilemas éticos profundos sobre o futuro da humanidade e da tecnologia.